Centro de Turismo e Artesanato é só prejuízo...

Desde o início do projeto e da construção, quanto já terá custado aos cofres públicos esse conjunto predial - o maior da região, cuja manutenção e operação assombra os governos estadual e municipal, tornando ambos reticentes em assumir as despesas mal previstas que ele acarretará?.

E desde que ficou "praticamente pronto", há uns dois anos, essa demora em encontrar um patrocinador abonado vem custando mensalmente despesas com manutenção mínima, com pessoal mínimo, e até com conta de luz - pois o conjunto fica acesso à noite toda para evitar vandalismo.

A prefeitura não quis receber o equipamento construído pelo governo estadual sem maiores avaliações.
 
Agora parece que o INEA vai assumir o "elefante branco", embora o bicho não seja nativo da região, e os ambientalistas já temem que o órgão ambiental estadual acabe gastando mais para manter e operar esses prédios do que em suas atividades-fim, de que a região tanto precisa mais que nunca.




Abaixo, ninguém sabe para que servem esses dois pórticos estilo "Universo em Desencanto" que o arquiteto quis erigir em frente ao prédio, ocultando-o, escondendo um pouco mais da paisagem, e criando uma área a mais para ficar mofada e ser repintada todo ano.

Notem que as paredes, recém pintadas, já estão mofando novamente, e em breve estarão como estavam a poucos meses atrás.

Abaixo, Vista do prédio principal pelo outro lado. No total são três blocos, todos com imensas áreas brancas para serem mantidas impecavelmente alvas - para evitar que degradem visualmente a vila de Visconde de Mauá.

E tomara que os grafiteiros e pichadores da área não descubram esse imponente "suporte" para a sua arte de rua.