Quanto mais cresce o complexo cultural na vila de Visconde de Mauá mais aumenta o espanto entre moradores e visitantes

Em meio a tantas notícias sobre "elefan tes brancos" pelo Brasil afora (municipais, estaduais e federais), caríssimos, construídos para nada e ninguém, tantos "centros culturais" municipais e estaduais abandonados sem verbas, e tantos conflitos de interesse entre os governos e as empreiteiras, a obra do Centro de Turismo e Artesanato em Visconde de Mauá provoca apreensão cada vez maior entre os moradores. 

O tamanho do "conjunto arquitetônico" - urdido em nossa vila sem qualquer consulta objetiva aos moradores - é inédito em nossa região, e provoca dúvidas sobre sua viabilidade econômica, os custos de operação e manutenção, e o futuro da vila à sua sombra.


O complexo visto por trás, da esquerda para a direita: Prédio 1 (embaixo haverá três salas para oficinas didáticas; em cima tem aquele telhado esquisito); Prédio 2 (antiga Resfriadeira; embaixo o Centro de Memória Visconde de Mauá e exposições temporárias; em cima salas administrativas e de utilidade pública); Prédio 3 (auditório); Prédio 4 (serviços).
OBS.: Se esses prédios tiverem outros ou novos objetivos, quem souber por favor nos informe.



O Prédio 1, com três salas para aulas e vivências. No telhado, um puxadinho que dizem servirá para observação, com instrumentos e orientação, do céu noturno.
OBS.: novamente pedimos maiores informações sobre este (ou outro) ponto de observação do cosmo.

Acima o prédio (2) da antiga Resfriadeira totalmente desfigurado, modernizado ao estilo Barra da Tijuca. A seu lado um pórtico bem à altura da qualidade arquitetônica de todo o conjunto. 
Abaixo à esquerda, o prédio 3 onde será o auditório.
O prédio 4 não é visível da rua, pois fica bem atrás do prédio 3.