Protocolo do Saneamento em Visconde de Mauá 
em 4 publicações


Produto 1:
Informações sobre o sistema de tratamento de esgoto e orientação para o uso seguro
Proposta de publicação (em desenvolvimento) para divulgar, junto à população da região de Visconde de Mauá, informações que a ajudem a usar melhor o sistema instalado pelo governo fluminense na região. (Aguardando, há mais de dois meses, pelos mapas das três redes coletoras para ser finalizado. Por que estará demorando tanto?)

Produto 2:
A gestão do sistema de esgoto na região de Visconde de Mauá
Proposta de publicação (em desenvolvimento) para divulgar junto à população da região informações sobre quem faz o quê para que o sistema de saneamento alcance e mantenha um alto padrão de eficiência.

Produto 3:
Descrição/planejamento dos sistema de abastecimento de água nas vilas da Maromba, Maringá e Visconde de Mauá e Lote 10, incluindo informações sobre a captação, tratamento e distribuição, potencial dos mananciais, gestão, responsabilidades, monitoramento etc.

Produto 4:
Descrição/planejamento do sistema de gestão integrada e ecológica dos resíduos sólidos (incluindo a compostagem do lixo orgânico)


Veja também o desenvolvimento da pesquisa para produzir esta publicação


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Pesquisa sobre as ETEs, suas redes e a gestão do sistema, para elaboração do Protocolo do Saneamento

        • Esquema das ETEs - seis telas usadas em apresentação da operadora do sistema - Águas das Agulhas Negras - resumindo o sistema empregado nas ETEs da região.

        • Perguntas formuladas por Luis Armondi e Joaquim Moura à equipe de Educação Ambiental do INEA em 2010, para informar a população, até hoje sem respostas.
          1. Qual o sistema de digestão dos resíduos? Seria possível fornecer um desenho esquemático do processo pelo qual passa o excreta desde a entrada até a saída?
          2. Quais serão os efluentes das ETEs? Qual o seu grau de tratamento? Quais destinações serão dadas aos efluentes?
          3. Planta da rede do sistema de esgoto que cada ETE alcançará, com informações sobre o número de moradores/famílias que serão atendidos no início das operações.
          4. Qual a capacidade potencial (máxima) para lidar com o aumento da carga de esgoto previsível para o futuro próximo?
          5. Quais serviços de operação e manutenção são necessários, e quem será o responsável por eles?
          6. Como será feito o monitoramento da eficiência do sistema nas próximas décadas?
          7. Resultados das análises da qualidade da água do Rio Preto a jusante das três ETEs, feitas recentemente, imediatamente antes, e depois de sua entrada em operação.

        • Sugestões encaminhadas por Cláudio Serricchio
          1. Solicitar análises regulares de qualidade de água nos corpos de água da Região de Visconde de Mauá:
          2. Monitorar os mananciais de abastecimento humano considerando-se um requisito de saúde pública.
          3, Considerando-se tratar-se de região turística, indicar as condições de balneabilidade dos corpos de água.
          4.Avaliar os impactos da diluição do esgoto sanitário nos corpos de água e em particular a eficácia das ETEs existentes.
          5. Acompanhar os impactos de uso e ocupação dos solos nos corpos da água da região.
          6. Estabelecer um indicador qualitativo que subsidie a ação do CG, e órgãos públicos interessados.
          7. Propor um plano de monitoramento, definindo os pontos de coleta, freqüência e parâmetros a serem analisados.”