Seminário sobre os impactos resultantes da pavimentação da RJ-163 está previsto para se realizar em 6 e 7 de julho

Após o último adiamento, causado pelo grande despencamento-surpresa de toneladas de pedra sobre a obra da "estrada-parque", finalmente o Seminário sobre os "impactos socioambientais e governança" vai acontecer...
Não reparem na falta do hifen na expressão "ESTRADA  PARQUE", pois o INEA e a UERJ o aboliram em todas as suas manifestações gráficas (ver aqui a placa da UERJ na vila de Visconde de Mauá).
Nem estranhem "nossso" escrito assim com três "esses" na penúltima linha do convite abaixo, pois já nos acostumamos com o padrão INEA de fazer educação ambiental (ver aqui, por exemplo, as placas afixadas nas ETEs locais, onde o nome da região está escrito errado). 



Acima, do mesmo modo como "ano-luz", "peixe-boi" ou "tio-avô", não se pode escrever "estrada-parque"; fica sem sentido. Aliás, nem precisa saber português ou lógica; basta olhar no decreto RJ-40979 , de 15/10/2007, que estabeleceu os parâmetros para esse tipo de via no estado do Rio de Janeiro.
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Abaixo, todo mundo sabe que se diz "Alto Xingu", "Baixo Amazonas", "Alto Solimões', "Baixo Mississipi", "Alto Nilo", "Baixo Tapajós", e até "Alto Leblon" e "Baixo Gávea". Mas no INEA ninguém sabe, ninguém conhece geografia nem se importa de induzir a população mais humilde a erro ao afixar esta placa em frente às ETEs da região. E não adianta alertá-los, pois se fingem de néscios para não precisar consertar.