Participação dos alunos do Colégio Estadual Antônio Quirino,
localizado na vila de Visconde de Mauá, na
8a. Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas

Participam anualmente da primeira fase da OBMEP mais de 20 milhões de estudantes das escolas públicas brasileiras, a partir da 6a série do Ensino Fundamental até a 3a série do Ensino Médio.

Destes, cerca de 1 % (200 mil estudantes), passam para a segunda fase, sendo então premiados apenas cerca de 3 mil estudantes (0,015 %) com medalhas de ouro, prata e bronze.

Abaixo, mostramos os resultados obtidos pelas escolas dos municípios sul-fluminenses na 8a. edição da OBMEP, destacando o desempenho do Colégio Estadual Antônio Quirino em vermelho.

Obs.: O "Nível 1" inclui os alunos da 6a. e 7a. séries do Ensino Fundamental; o "Nível 2", da 8a. e 9a. séries do Ensino Fundamental; e o "Nível 3", das 3 séries do Ensino Médio. 

-
- Nível das questões
- Número de premiados
Municípios
Barra do Piraí
Barra Mansa
Itatiaia
Piraí
Porto Real
Quatis
Resende
Volta Redonda
OURO

1

2

3

200

200

100

l

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

PRATA

1

2

3

300

300

300

l

0

0

0

0

1

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

0

2

0

BRONZE

1

2

3

1300

1000

800

l

0

0

0

0

1

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

1

0

1

2

1

2

Menção Honrosa

1

2

3

640

550

730

l

3

3

3

21

15

8

1

0

1

2

2

1

0

0

0

1

1

0

6 (1)

2

7 (6)

23

24

15

  1. Na categoria OURO, nenhum aluno de escola pública localizada em município sul-fluminense foi premiado.
  2. Na categoria PRATA, o único aluno premiado de escola pública de município sul-fluminense estuda no CEAQ: Lucas Silveira de Moura (pela 3a. vez). 
  3. Na categoria BRONZE, o CEAQ teve um aluno premiado no Nível 1: Gabriel da Silva Cunha (entre seis alunos de Resende e 57 da região), e
    seis no Nível 2:  Tharyka Maria Porsani, Yasser Ramos Guimarães, Jotta Junior, Erick de Paiva, Emília Maciel da Cunha, Erlon Domingues da Silva (entre sete alunos de Resende e 35 da região).

 

A nota lamentável e preocupante foi a queda no nível de aprendizado no CEAQ, medido pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica - IDEB / MEC e divulgado recentemente, que caiu de 3,9, em 2009, para 3,7, em 2011, quando o valor de referência é 6. Este índice mostra que os medalhistas do CEAQ são exceções, pois no geral o ensino lá está cada vez mais decadente. Em 2013, esperamos que o CEAQ reaja, mas para isso será preciso que sua direção e corpo docente abram as portas do Colégio para os pais de alunos que podem e querem ajudar.

A diretora do CEAQ Gloria Cristina Vara postou no Facebook o seguinte comentário sobre as informações acima:

"Em relação ao post acima aqui cabe algumas considerações:

1º: É com muito orgulho que o CEAQ vem a cada ano crescendo o número de medalhistas e de menções honrosas na OBMEP.

2º: Cabe aqui ressaltar que o CEAQ foi o único Colégio Estadual da região do Médio Paraíba a levar duas medalhas e única escola pública de Resende a levar tantas menções honrosas e que a cada ano de participação de nossa Escola vamos aumentando a quantidade de premiações.

Com relação ao IDEB, cabe aqui outra consideração: O último IDEB da escola, no ano de 2011 foi medido num ano de forte greve (dois meses em greve) e não mede de forma real o grau de desempenho da Escola. Aliás as avaliações externas não medem de forma absoluta a qualidade de ensino porque não levam em conta as dificuldades e particularidades da Escola. Achar que o Ensino está pior ou melhor por conta de um indicador é não perceber que a Escola vai muito além de uma nota. Em tempo: no ano de 2011, dos 20 alunos do 3º ano que prestaram ENEM tivemos 10 alunos entrando em Universidades Federais e Estaduais. E detalhe, no ano da greve!! Então, há de se enxergar a questão por todos os lados e não de forma simplista.."

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