A água abastecida nas vilas de Visconde de Mauá e do Lote 10
está turva desde as primeiras chuvas fortes, em outubro de 2010 


Desde outubro de 2010, com as primeiras chuvas mais fortes depois de iniciada a obra no nosso lado da serra, a população das vilas de Visconde de Mauá e do Lote 10 tem sido frequentemente abastecida com água apresentando variados níveis de turbidez, que vão do castanho escuro ao bege claro.

Abaixo, a solicitação encaminhada em dezembro de 2010 por moradores das vilas ao prefeito de Resende, no sentido de corrigir o problema, que é grave para os moradores, obrigados à compra de água mineral se quiserem evitar a ingestão de tantos resíduos.

Só agora em abril em 2011, quase quatro meses depois, a prefeitura respondeu com um relatório informa-nos que foi "um proprietário" o causador do imapcto na água de toda a comunidade, e que já "foi multado". Mas não informou o nome do proprietário nem o valor da multa, de modo a dissuadir outros "proprietários" de impactarem a vida dos outros. O documento também informa as boas intenções da prefeitura para melhorar o sistema nas vilas de Visconde de Mauá, Lote 10, Campo Alegre e Rio Preto.

A revitalização dessas vilas está mais ligada á qualidade da água nelas consumida do que com a construção do imenso complexo cultural ora em andamento na vila de Visconde de Mauá. Recuperar a cobertura vegetal da microbacia que abastece as vilas, revigorar a nascente, melhorar o sistema de captação e tratamento da água distribuída aos moradores e turistas deveria ter prioridade sobre a construção do "Centro de Turismo e Artesanato" - que ainda vai nos custar muito, muito, caro.

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Relatório distribuído pela Prefeitura de Resende nas comunidades da região


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