Pagamento de pedágio e controle da Capacidade de Suporte
Carlos Minc esclarece detalhe importante
 


Amigos de Mauá,

A matéria sobre a nova lei da Capacidade de Suporte foi entendida por vocês de forma equivocada, num ponto relevante.

Há 1 grande diferença entre pagar / ser isento e contar ou não para os 6 mil da possivel Capacidade de Suporte.

  • Os moradores de Mauá não pagam e não contam.
  • Os menores, pessoas com deficiência, idosos, (e os) moradores de Resende e Itatiaia não pagam MAS CONTAM SIM para efeito da capacidade de suporte.

Eco abraços do carlos minc


Esta mensagem do Secretário Estadual de Ambiente do Rio de Janeiro vem esclarecer um ponto que ficara obscuro em notícia veiculada na Súmula 023, e nas reportagems nela transcritas, publicadas originalmente em O Globo e no Diário do Vale, com os comentários de seus leitores.
 
De qualquer modo alguns pontos ainda permanecem obscuros, sendo questionado como controlar a "Capacidade de Suporte" com apenas um pórtico da Capelinha, precisando contar as pessoas no interior de carros e õnibus que chegam e partem - para não "estourar" o limite de, digamos, 6 mil pessoas? Pois na verdade existem outros quatro acessos à região, um deles vem de Resende (e além) pela serra do Eme; e os outros três chegam de Minas, acessando a região pela Ponte dos Cachorros, pela Ponte da Gávea (Alcantilado) e pela Ponte das Vacas (Maringá MG).
 
Diante dessas alternativas de acesso (e de saída), será difícil saber quantos visitantes e turistas estão de fato na região e fazer valer a tal "Capacidade de Suporte".
Ainda haveria outros detalhes complexos ligados a esta operação, que esperamos estejam sendo devidamente considerados pelos autores da ideia.